• Publicado em

    Após 6 meses, adolescente morto a mando da própria mãe por ser gay ainda não foi enterrado

    COMPARTILHE

    Itaberli Lozano, encontrado morto no dia 4 de janeiro de 2017, após ter sido espancado e assassinado a facadas mando de sua mãe Tatiana Lozano Pereira e outros três jovens em Cravinhos (SP), por ser homossexual ainda não foi enterrado. O corpo de Itaberli foi enrolado e levado a um canavial, onde foi queimado pela mãe e o padastro.

    Encontrado no dia 4 de janeiro de 2017, sua morte teria ocorrido dez dias antes da data, mas seu desaparecimento só foi registrado pela família dia 09 de janeiro, devido ao avançado estado de decomposição, o resultado do exame de DNA teria sido inconclusivo e o Instituto Médico Legal (IML) de Ribeirão Preto (SP) ainda não possui data para a divulgação do laudo segundo exame, apesar da Polícia Civil já ter afirmado que o corpo é do garoto.

    O novo teste será realizado com material genético do avô paterno. O tio do adolescente, Dario Rosa reclamou pela demora “Enquanto isso, a gente tem que esperar. A gente sabe que o corpo é dele mesmo, mas, sem esse papel, a gente fica sem saber o que fazer. O mais difícil é ficar esperando todo esse tempo para enterrar.” Tatiana Lozano, mãe de Itaberli e o padastro Alex Pereira estão presos e aguardam julgamento.




    Fonte: Varela Notícias.