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    Camila Capetinha: Travesti morta pode ter participação em assassinato de segurança do Olodum

    Camila Albuquerque, conhecida como Camila Capetinha, a jovem morta que foi encontrada na manhã desta quarta (15), na pista nova que liga a BR-324 ao bairro de Cajazeiras XI, em Salvador BA, pode ter envolvimento na morte de Djair Souza de Assunção, de 40 anos. O rapaz era segurança do Olodum e foi assassinado nesta terça (14) dentro de seu carro, no bairro da Ribeira. De acordo com a fonte do Informe Baiano, Camila era travesti.

    Ela morava em Cajazeiras III com um traficante conhecido como Malhado e também mantinha residência no bairro do Uruguai. A jovem pode ter sido vítima de queima de arquivo. “Essa travesti, eu não sei ainda, ela foi a isca para atrair Djair, que era bastante querido no meio policial. E agora, os marginais que contrataram ela, mataram ela também”, revelou um policial. O motivo do crime foi uma suposta agressão durante o carnaval, no circuito Barra-Ondina, onde Djair teria desferido um murro de algema em um traficante conhecido como Rodrigo.

    O marginal, então, descobriu o local onde o segurança frequentava e contratou a jovem. Camila conseguiu marcar um encontro com Djair em frente ao Hotel da Ribeira e deu “o sinal” para os comparsas, que executaram a vítima. Ainda de acordo com a fonte do Informe Baiano, a casa de Camila, em Cajazeiras III, foi arrombada por volta de 1h30 da manhã desta quarta. Ela recebeu pelo menos 15 tiros. O Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) investiga o caso. Fonte: Informe Baiano.




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