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    Campanha Março Lilás: “Prevenção do Câncer de Colo de Útero”

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    Durante o mês de março esta acontecendo  uma ação inovadora:  campanha de Conscientização e Combate ao Câncer de Colo de Útero, a campanha Março Lilás.  Com o apoio da Sociedade Brasileira de Oncologia Clinica (SBOC) e do Grupo Brasileiro de Tumores Ginecológicos essa campanha visa levar informação e estimular a população feminina para os cuidados de prevenção contra o câncer de colo uterino, além de alertar para os principais sinais e sintomas que devem direcionar a mulher a buscar ajuda médica.

    Entenda: o câncer de colo uterino é o segundo tipo de câncer mais frequente entre as mulheres de todo o mundo e também no Brasil. Sua maior incidência se dá em mulheres entre 45 e 49 anos de idade e estima-se que o rastreamento sistemático e o tratamento de lesões precursoras possam reduzir a mortalidade pela doença em até 80%. O principal fator de risco é a infecção pelo Papiloma Vírus Humano (HPV) e já foram desenvolvidas vacinas contra os

    principais tipos oncogênicos do vírus. A redução da mortalidade decorrente dessa doença depende da adoção de medidas de prevenção primária, de diagnóstico e tratamento de lesões

    precursoras bem como do diagnóstico e tratamento adequados das lesões invasivas.

    As medidas de prevenção são simples. Toda mulher com vida sexual ativa ou a partir dos 25 anos deve fazer o exame preventivo, também chamado de Papanicolaou, todos os anos. É através desse exame que inflamações e alterações iniciais podem ser descobertas e tratadas logo, antes de evoluírem para uma doença agressiva e que pode levar a morte.

    Além do exame preventivo anual, hoje já podemos prevenir a infecção pelos principais tipos de HPV associados ao câncer de colo uterino através da vacina contra o HPV. Essa vacina está disponível nos Postos de Saúde gratuitamente para meninas de 9 a 13 anos e devem ser tomadas as 3 doses para uma maior eficácia.

    Apesar de ser mais eficaz quando administrada em meninas antes do início da vida sexual, mulheres mais velhas também podem se beneficiar do uso da vacina. Além disso, mesmo as mulheres que foram vacinadas devem continuar realizando o exame preventivo quando atingirem a idade recomendada.




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