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    GIH de Jataí desvenda homicídio de jovem que estava desaparecido e localiza o corpo

    A vítima era da cidade de Itajá, os autores foram presos.

    Vítima: JOADIR LOPES PINHEIRO, de 36 anos

    De acordo informações divulgadas pelo Delegado Elexandre Cesar, na tarde desta quarta-feira (9/01), policiais do Grupo de Investigação de Homicídios de Jataí prenderam temporariamente ALDO NUNES FERREIRA,  de 59 anos, JUSSARA NATALIA DOS SANTOS, de 28 anos, e ISENRAU QUEIROZ VICENTE, de 47 anos, suspeitos de terem matado JOADIR LOPES PINHEIRO, de 36 anos, na cidade de Itajá/GO.

    A vítima estava desaparecida desde 24/10/2018 e seu corpo foi localizado enterrado em uma cova no alto da Serra do Lual, zona rural de Itajá, há cerca de 6 quilômetros da cidade.

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    ALDO foi preso na cidade de Aporé/GO em sua residência, onde os policiais apreenderam 19 pedras de crack e a quantia de R$620,00 em espécie. A arma do crime, uma carabina puma calibre 38, foi apreendida em poder de ISENRAU.

    Segundo o Delegado de Polícia que coordenou a operação, Dr. Elexandre Cezar Rossignolo, a vítima foi levada por ALDO e sua esposa JUSSARA para o alto da Serra, onde ISENRAU aguardava atraído por uma falsa promessa de trabalho em uma fazenda, sendo que no local foi executada com dois disparos na cabeça. De acordo também o Delegado a motivação do crime  foi devido ao fato que Joadir havia se separado de sua esposa e estava ameaçando ela e todos os seus familiares, sendo que um deles era o Isenrau, por isso eles se reuniram e decidiram matar a vítima.

    Em seguida o trio enterrou o corpo da vítima com a intenção de ocultar o cadáver e dificultar as investigações. ALDO foi autuado em flagrante pelos crimes de tráfico ilícito de drogas e ocultação de cadáver, sendo que JUSSARA e ISENRAU foram autuados em flagrante apenas pela ocultação de cadáver.

    Os três irão responder ainda pelo crime de homicídio qualificado, considerando que o crime foi cometido mediante dissimulação, o que dificultou a defesa da vítima, cuja pena é de 12 a 30 anos de reclusão.

    O corpo da vítima foi encaminhado para o Instituto de Criminalística de Goiânia para realização de exame pericial de identificação, considerando o avançado estado de putrefação. Os autores encontram-se presos na cidade de Itajá à disposição da Justiça.