• Publicado em

    Manejo preventivo rende 4,8 sacas a mais por hectare em Rio Verde (GO)

    Com objetivo de orientar da melhor forma o produtor, dois talhões são destinados ao projeto para que se possa fazer o manejo correto, no tempo certo e o outro com manejo atrasado.

    As expectativas para a próxima safra de soja por parte dos produtores goianos são altas. A colheita passada (2017/18) apresentou resultados expressivos com recorde de produtividade, e de acordo com a Associação dos Produtores de Soja e Milho, de Goiás – Aprosoja GO, com médias de 3.480 quilos por hectare ou 58 sacas. Para que se alcance resultados diferenciados, o manejo da lavoura tem de ser adequado, principalmente quando se trata do controle de doenças, como propõe o programa “De Primeira, Sem Dúvida” realizado pela Bayer, com a orientação do pesquisador Luís Henrique Carregal, na região de Rio Verde.

    Com objetivo de orientar da melhor forma o produtor, dois talhões são destinados ao projeto para que se possa fazer o manejo correto, no tempo certo e o outro com manejo atrasado. O resultado final na Agro Carregal, seguindo as orientações para que as aplicações fossem realizadas no momento correto, colheu-se 4,8 sacos por hectare a mais. Na propriedade de Josué Berté, produtor que seguiu o programa, verificou-se também excelentes rendimentos. “Tive uma colheita maior por meio de acertos de produtos, manejo de solo e das variedades plantadas. Fiquei extremamente satisfeito com a produção desse ano”, ressalta Berté.

    Luís Henrique Carregal, da Agro Carregal Pesquisa e Proteção de Plantas, uma das parceiras do projeto, afirma que utilizando o produto de maneira preventiva, é possível ter acima de 80% de controle sobre a doença. “Porém, se for usado de forma curativa ou erradicativa, o mesmo fungicida pode não apresentar 30% de controle. Desta forma, a diferença está apenas no momento da aplicação”.

    Carregal alerta também que as doenças conhecidas como antracnose e mancha alvo também devem ser tratadas preventivamente logo no início. “São chamadas de doenças secundárias, mas devem ter um trato primordial na lavoura, pois têm incidido de forma antecipada”, pontua.

    Um dos principais diferenciais do “De Primeira, Sem Dúvida” é levar informação para que o produtor saiba utilizar as melhores ferramentas no momento correto. “Sabe-se que para a disseminação de uma doença na cultura da soja, existem vários fatores envolvidos, portanto, é difícil ser totalmente assertivo. Este projeto orienta o produtor afim de aproveitar seu investimento da melhor maneira. Para conseguirmos o manejo adequado, é fundamental considerar a importância de outras estratégias, como a resistência genética, o vazio sanitário e a eliminação da soja guaxa/tiguera na entressafra, assim como tecnologia de aplicação que realmente permita uma boa distribuição dos fungicidas. Cada safra tem sua particularidade e desafio, por isso é importante o sojicultor estar bem preparado”, explica Marcos Dallagnese, gerente de Fungicidas da Bayer.

    Todos os dados, vídeos e depoimentos da safra acompanhada nas áreas do “De Primeira, Sem Dúvida” podem ser vistos no site: http://www.agro.bayer.com.br/de-primeira-sem-duvida.

    Sobre a Bayer

    A Bayer é uma empresa global com competências em Ciências da Vida nas áreas de agricultura e cuidados com a saúde humana e animal. Seus produtos e serviços são desenvolvidos para beneficiar as pessoas e melhorar sua qualidade de vida. Além disso, a companhia objetiva criar valor por meio da inovação. A Bayer é comprometida com os princípios do desenvolvimento sustentável e com suas responsabilidades sociais e éticas como uma empresa cidadã. Em 2017, o Grupo empregou cerca de 99 mil pessoas e obteve vendas de € 35 bilhões. Os investimentos totalizaram € 2.4 bilhões e as despesas com Pesquisa & Desenvolvimento somaram € 4.5 bilhões. Para mais informações, acessewww.bayer.com.br.