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    Ministro Baldy diz que Daniel Vilela representa o novo em Goiás e condena os políticos “ultrapassados”

    Ouça a entrevista do Ministro das Cidades.


    De acordo a Radio Sagres (ouça o áudio acima), o Ministro das Cidades e presidente regional do PP, o deputado Alexandre Baldy disse nesta terça-feira (7) à Rádio Sagres 730 que seu partido optou pela “nova política” ao escolher o candidato Daniel Vilela (MDB) para fazer aliança às eleições de outubro. “Daniel é novo, o deputado federal Heuler Cruvinel (que será candidato a vice-governador na chapa emedebista) é novo. São quadros de renovação”, afirmou. “Daniel Vilela é o candidato que representa o novo momento que Goiás precisa”.

    Questionado por que o PP negociou com a base aliada do governo se o MDB é quem representava a renovação na política goiana, o ministro respondeu: “Eu trabalho com fatos e o fato é que o PP está na chapa de Daniel Vilela”, afirmou. O ministro fez críticas indiretas, sem citar nomes, aos líderes do PP que se rebelaram na convenção de domingo. O ministro afirmou que aqueles que “gritaram” na convenção são ultrapassados, fazem a política que coloca os projetos pessoais acima dos interesses mais amplos da sociedade. “Essa política está ultrapassada”, disse.

    Lembrado que quem “gritou” no domingo foi o deputado Roberto Balestra e alguns prefeitos, entre eles, Abelardo Vaz (Inhumas), Wagner Vaz (Santa Bárbara) e Issy Quinan (Vianópolis), o ministro disse que continuaria a não citar nomes, pois não é esse o tipo de política que ele faz. E garantiu que não haverá punição aos líderes do movimento, mesmo depois de Balestra ter declarado que não seguirá a decisão do PP e que apoiará a candidatura à reeleição do governador José Éliton (PSDB).

    Baldy afirma que a convenção decidiu delegar ao diretório regional o poder de definir as alianças e que isso ocorreu depois de longas reuniões, que “vazaram a madrugada” e da qual participaram todos os líderes, inclusive Roberto Balestra. E lembrou que o diretório tem a participação de Balestra, de seu colega de bancada, Sandes Júnior e dele próprio e que o diretório tomou a decisão de “forma leal e transparente”.