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    Morte de adolescente de 15 anos no Paraná é cercada de mistério

    Joselaine Santos foi encontrada morta em um matagal, sem marcas de violência sexual
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    De acordo com matéria publicada no Blasting News, a morte de uma adolescente em Antonina, na região litorânea do Paraná, é um mistério para os policiais que investigam o #Crime.

    O corpo de Joselaine Santos, de 15 anos de idade, foi achado na manhã do último dia 1º, em um matagal. No local, que fica às margens do Rio Xaxim e próximo ao acesso a ao Rio do Nunes, não havia marcas de violência sexual ou de assalto.

    A jovem estava desaparecida desde a noite da última segunda-feira (27). Ela foi vista pela última vez naquele dia às 19h30, próximo ao hospital da cidade, quando câmeras viárias de segurança captaram a adolescente no local.

    As primeiras informações passadas pelos investigadores é de que tudo indica que a adolescente foi morta em outro lugar e que seu corpo teria sido arrastado para o local ermo. Os indícios são de um assassinato decorrente de asfixia, já que havia marcas no pescoço, provavelmente causadas por uma corda amarrada.

    Os primeiros exames mostraram que também não houve violência sexual. Não há até o momento pistas que apontem a motivação e a autoria do homicídio.

    E seu perfil no Facebook, a menor chegou a relatar vontade de matar uma pessoa a quem se refere como “maldita”. Nos comentários alguém pergunta quem seria essa pessoa e Joselaine responde que seria “uma velha que está atrapalhando a minha vida”.

    Joselaine estudava e morava com os pais e mais dois irmãos. Ela adorava tirar selfies e publicá-las nas redes sociais. Em um dos raros posts em que não foca a si própria, ela publicou uma imagem contendo várias facas, soco inglês e outras armas brancas. A foto foi acompanhada pela seguinte frase: “nesse momento estou precisando de um desse”.

    Um primo, que reside em Paranaguá, contou à imprensa que a menina era tranquila e que só saía de casa na companhia da mãe.

    De acordo com o delegado Carlos Alberto, que está a frente do caso, um dia depois do desaparecimento da vítima, a família registrou boletim de ocorrência.

    A equipe ainda aguarda o resultado do laudo do Instituto Médico-Legal (IML) para ter mais informações sobre o que causou a morte e também para poderem realmente descartar a existência de estupro.




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