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    PCGO prende suspeito de matar ex-sogro policial dentro de farmácia

    Felipe Gabriel foi preso na noite desta quarta-feira(29/6) em Goiânia; informações iniciais dão conta de que ele foi acobertado por familiares.

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    Foi preso, no início da noite desta quarta-feira (29/6), Felipe Gabriel Jardim Gonçalves, de 26 anos, principal suspeito de matar a tiros o ex-sogro João do Rosário Leão, de 63 anos, policial civil aposentado. Câmeras de segurança registraram o momento em que o homem dispara contra o idoso dentro de uma farmácia, no Setor Bueno, em Goiânia.

    O crime aconteceu na manhã da última segunda-feira (26/6). João chegou a ser socorrido, mas morreu no hospital.

    Prisão

    Informações iniciais dão conta de que Felipe foi encontrado pela Polícia Civil em uma residência no Setor Riviera, região leste de Goiânia. Há indícios de que ele era acobertado por familiares, e a corporação já monitorava o local.

    O atirador é ex-vigilante prisional temporário, ex-policial militar temporário e filho de um tenente-coronel reformado da PM. Ele vinha ameaçando a ex-namorada e a família dela.

    O preso  no início da noite, passou por exames de corpo de delito no Instituto Médico Legal (IML).

    Medida protetiva

    O Tribunal de Justiça de Goiás (TJGO) concedeu medida protetiva para a ex-namorada, filha da vítima, nesta quarta-feira (29/6). Decisão da juíza Jordana Brandão determina que Felipe deve manter distância de 300 metros da ex-namorada, além de proibir que ele faça contato com ela ou familiares. Também é proibido frequentar os lugares que sua ex vai. Também foi determinada a suspensão de posse de armas.

    Segundo a polícia, a vítima fez um boletim de ocorrência contra Felipe ainda na segunda. O conteúdo da ocorrência vazou, e isso teria sido o estopim para a ação criminosa. A Polícia Civil apura quem foi a pessoa responsável por acessar o boletim, que fica em um sistema informatizado de acesso limitado.

    Fellipe já era réu por ameaça e violência doméstica contra uma ex-namorada. Ele a teria agredido e ameaçado, depois de um término durante viagem ao Rio de Janeiro, entre 2020 e 2021.

    A defesa de Felipe chegou a procurar a Polícia Civil para negociar uma rendição dele. Já há um mandado de prisão preventiva contra ele. Advogado de Felipe tem defendido que ele teria problemas psicológicos e poderia estar em surto no momento do crime.

    Repórter Mari JTI / Via Metrópoles

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